A vereadora Liandra da Saúde, do PSDB, formalizou um pedido à secretária municipal de Assistência Social, Shirley Flores Zarpelon, e ao secretário de Estado da Cidadania de Mato Grosso do Sul, José Francisco Sarmento Nogueira, para a reativação da Casa-Abrigo, que oferece acolhimento a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Em sua solicitação, Liandra enfatiza a relevância desse serviço na proteção de mulheres que enfrentam riscos iminentes, assim como de seus filhos, que muitas vezes também são afetados pela violência no ambiente familiar.
Liandra destaca que a violência contra a mulher é uma questão preocupante que requer medidas efetivas do Poder Público para garantir acolhimento, proteção e apoio às vítimas. Ela observa que muitas mulheres se veem forçadas a deixar suas residências após episódios de agressão ou ameaça, permanecendo vulneráveis a novos atos de violência, incluindo o feminicídio. "A Casa-Abrigo é um recurso essencial na rede de proteção, oferecendo um espaço seguro e sigiloso para aquelas que precisam se distanciar do agressor, assegurando também a segurança de seus filhos", afirma.
Além do abrigo físico, a Casa-Abrigo proporciona acompanhamento psicossocial, orientação jurídica e encaminhamentos para serviços que são cruciais no processo de recuperação da autonomia e dignidade das vítimas. Liandra também alerta para os efeitos nocivos da violência doméstica sobre crianças e adolescentes, que frequentemente presenciam situações traumáticas em casa.
A vereadora ressalta que a reativação da Casa-Abrigo não apenas reforça as políticas públicas voltadas às mulheres, mas também contribui para a proteção da infância e da família. No pedido, ela menciona que a volta do serviço ajudaria a cumprir a legislação de proteção às vítimas de violência doméstica e familiar, além de demonstrar o comprometimento do município e do Estado com os direitos humanos e a segurança das famílias.
"Nosso pedido destaca a importância social da Casa-Abrigo como um dos principais instrumentos de acolhimento e proteção para mulheres em situação de vulnerabilidade e risco", conclui Liandra.




