Os Estados Unidos deram início a novos ataques aéreos contra diversas instalações no Irã, marcando o segundo dia consecutivo de ofensivas. O Comando Central dos EUA, conhecido como CENTCOM, comunicou que as ações são uma resposta à "agressão injustificada e contínua do Irã". Os ataques começaram às 17h15 (horário do leste dos EUA) e foram autorizados pelo Comandante-em-Chefe.
"As forças do Comando Central dos EUA começaram a lançar ataques adicionais de autodefesa hoje, às 17h15 (horário do leste dos EUA), contra múltiplos alvos no Irã, sob ordens do Comandante-em-Chefe. Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã", informou o CENTCOM em um comunicado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, também se manifestou sobre a situação, afirmando que o Exército americano realizaria novos ataques na mesma data. Trump declarou: "Vamos atacá-los, atacá-los com muita força", referindo-se à recente derrubada de um helicóptero Apache iraniano no Estreito de Ormuz. Ele justificou os ataques com base nesse incidente, afirmando que os EUA têm o direito de agir em resposta.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de retomar os bombardeios, Trump confirmou a intenção de intensificar a ofensiva. Ele não descartou a possibilidade de atingir infraestrutura civil, como usinas de energia e pontes, enfatizando sua frustração com a falta de um acordo com o Irã, que ainda não foi assinado.
O presidente expressou sua insatisfação com a lentidão das negociações, que, segundo ele, continuam em andamento. "Estou trabalhando com o Irã há vários meses. Eles deveriam assinar o acordo. É um bom acordo", afirmou Trump, destacando que o Irã já concordou em não buscar armamento nuclear. "Queremos um acordo que seja significativo, queremos um acordo que funcione", concluiu o presidente.




