Nicolás Maduro, ex-ditador da Venezuela, se manifestou a partir de sua prisão nos Estados Unidos, pedindo uma "máxima união" entre os venezuelanos após os recentes terremotos de magnitude 7,5 e 7,2, que ocorreram na quarta-feira, 24. Os tremores resultaram em mortes, ferimentos e danos materiais, cujos impactos ainda estão sendo avaliados.
Em um comunicado publicado em suas redes sociais, Maduro expressou sua preocupação com as famílias afetadas e elevou suas orações por todos os que estão sofrendo. Ele afirmou: "Amado povo da Venezuela: diante do terremoto poderoso que atingiu nossa pátria, Cilia [Flores] e eu elevamos nossas orações por cada família afetada, pelos feridos, por aqueles que sofrem e por todo o nosso povo".
O ex-ditador enfatizou a necessidade de solidariedade e ação em sua mensagem, destacando que "a palavra de ordem é uma só: máxima união, máxima solidariedade e máxima ação". Ele solicitou que as comunidades cuidem de suas crianças, idosos e enfermos, promovendo um espírito de coletividade em tempos difíceis.
Além disso, Maduro conclamou a união nacional, pedindo serenidade e amor concreto. "Ajudar, proteger, compartilhar, reerguer e reconstruir" foram algumas das ações que ele sugeriu como essenciais para a recuperação do país. Ele se declarou como "presidente constitucional" da Venezuela e transmitiu sua esperança de que a nação superará mais essa adversidade.
No início deste ano, uma operação militar dos Estados Unidos em Caracas resultou na captura de Maduro e de Cilia Flores, que enfrentam acusações de narcoterrorismo em um tribunal federal americano. A próxima audiência do caso está agendada para 22 de julho em Nova York. As repercussões do terremoto e os desdobramentos da situação de Maduro permanecem em foco, à medida que o país busca se recuperar de mais uma crise.




