O governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, anunciou a investigação de uma série de mortes e desaparecimentos de cientistas e pesquisadores que estavam envolvidos em programas secretos de defesa e pesquisa espacial. A declaração foi feita em 16 de fevereiro, durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, onde Trump mencionou a seriedade da situação e a importância de alguns dos envolvidos.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, havia sido questionada sobre o tema um dia antes, revelando que, até o momento, dez cientistas e pesquisadores com acesso a informações sigilosas do governo faleceram ou desapareceram nos últimos três anos. A expectativa é que uma resposta sobre os casos seja apresentada em breve.
Entre os desaparecidos está o general reformado da Força Aérea William "Neil" McCasland, de 68 anos, que sumiu em 27 de fevereiro de sua residência em Albuquerque, Novo México. Relatos indicam que ele deixou para trás objetos pessoais, mas itens como sua carteira e um revólver calibre 38 estavam ausentes.
Outro caso significativo é o da engenheira aeroespacial Monica Jacinto Reza, de 60 anos, que atuava como diretora de Processamento de Materiais no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Os casos foram listados pelo International Business Times e comentados pela emissora Fox News.
Embora as autoridades ainda não tenham confirmado ligações oficiais entre os incidentes, o ex-diretor assistente do FBI, Chris Swecker, expressou ceticismo sobre teorias de abdução extraterrestre, sugerindo que as ocorrências podem estar relacionadas a espionagem moderna. Ele enfatizou que, se os casos forem investigados, é provável que o FBI já esteja atuando em sigilo.
Esses eventos têm gerado discussões nas redes sociais, onde teorias conspiratórias têm ganhado destaque. A investigação em curso busca esclarecer a natureza dos desaparecimentos e mortes, que envolvem profissionais significativos para o setor de defesa e pesquisa nos EUA.




