Um novo relatório do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) revelou que a pobreza entre a população urbana da Argentina caiu para 28,2% no segundo semestre de 2025. Essa marca representa uma diminuição de 3,4 pontos percentuais em relação ao primeiro semestre do ano anterior.
O índice de extrema pobreza também apresentou queda, fixando-se em 6,3%, o que representa uma redução de 0,6 ponto percentual em comparação ao semestre anterior. Analisando os dados de forma anual, a pobreza caiu 9,9 pontos percentuais no segundo semestre do ano passado, enquanto a extrema pobreza diminuiu 1,9 ponto percentual.
A medição do Indec considera o padrão de vida de 31 centros urbanos mais populosos, abrangendo 30 milhões de pessoas, dentro de uma população total de aproximadamente 46,4 milhões na Argentina. A redução da taxa de pobreza está ligada à desaceleração da inflação, que caiu de 117,8% em dezembro de 2024 para 31,5% em dezembro passado.
O presidente Javier Milei comemorou os números, destacando a continuidade da diminuição da pobreza. O ministro da Economia, Luis Caputo, ressaltou que esses dados são os mais baixos em sete anos e atribuíram a redução à combinação de crescimento econômico, desinflação e fortalecimento dos programas sociais implementados pelo governo atual.




