A morte de Therezinha Nantes de Arruda, de 54 anos, e de Joel Escocio Carvalho, de 59, em um caso de feminicídio seguido de suicídio, trouxe um desdobramento que pode beneficiar outras pessoas. Em meio ao luto, os familiares do casal autorizaram a doação dos órgãos, uma decisão que foi tomada logo após a tragédia ocorrida na última segunda-feira, 27 de julho, na Travessa Ômega, em Campo Grande.
Os filhos do casal, que estão profundamente abalados pela situação, optaram por não se manifestar publicamente sobre o ocorrido. Therezinha foi assassinada a facadas dentro de sua residência, onde viveu por muitos anos com Joel, que, em seguida, cometeu suicídio.
Na terça-feira, 28 de julho, amigos e familiares se reuniram para o velório de Therezinha, que ocorreu no Cemitério Parque das Primaveras. A vítima deixou dois filhos, uma neta e seus pais, que são idosos. Conhecida por sua tranquilidade, Therezinha foi lembrada por pessoas próximas como alguém que nunca poderia ter um desfecho tão trágico.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Com a morte de Therezinha, Mato Grosso do Sul registra 16 vítimas de feminicídio em 2026, de acordo com informações divulgadas pelo site Campo Grande News.




