O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou seus cumprimentos a Abelardo de la Espriella pela conquista da presidência da Colômbia e destacou que foi uma "grande honra" ter oferecido apoio ao candidato de direita durante sua campanha eleitoral.
Em uma publicação na Truth Social, Trump se referiu a Espriella como "El Tigre" e manifestou seu desejo de colaborar com o novo governo para estabelecer uma relação "poderosa" entre a Colômbia e os Estados Unidos. O ex-presidente afirmou: "Parabéns a ‘El Tigre’ Abelardo de la Espriella, o novo presidente da Colômbia! Foi uma grande honra apoiá-lo, e espero trabalhar junto para construir uma relação poderosa entre a Colômbia e os Estados Unidos da América, que trará novos níveis de grandeza para ambos os nossos países".
Na última semana, especificamente no dia 10, Trump havia declarado que a Colômbia receberia "todo o apoio e força" dos EUA, caso Espriella vencesse o candidato de esquerda Iván Cepeda, que contava com o apoio do presidente Gustavo Petro. Trump enfatizou que o resultado da eleição seria "crucial" para o futuro da Colômbia e sua relação com Washington, descrevendo Espriella como um líder "inteligente e forte" capaz de impulsionar a economia e combater o crime.
A manifestação de apoio por parte de Trump gerou reações do presidente Gustavo Petro, que acusou o ex-presidente americano de interferir no processo eleitoral colombiano. Petro defendeu que a escolha do próximo presidente deveria ser feita "livremente" pelo povo colombiano, sem influência externa.
A vitória de Espriella também foi comemorada por outros líderes da direita na América Latina. O presidente argentino Javier Milei declarou que os colombianos optaram pelo "caminho da liberdade econômica, da prosperidade e da segurança", enquanto Daniel Noboa, presidente do Equador, afirmou que a Colômbia escolheu "a ordem em vez da impunidade".
A relação entre o futuro governo de Espriella e a administração de Trump pode ter implicações significativas na área de segurança. O novo presidente colombiano defende uma abordagem mais rigorosa contra o narcotráfico e organizações criminosas, temas que estão no cerne da agenda americana para a região.




