A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou neste domingo (26) que um atirador foi detido após tentar invadir um evento em Washington, onde tinha como alvo o presidente Donald Trump e outros altos funcionários do governo americano. Durante uma declaração, Leavitt descreveu o autor como um "lunático" que frustrou uma noite de festa, em referência ao tradicional jantar de correspondentes da Casa Branca.
Leavitt destacou que o Presidente Trump se mostrou destemido diante da situação, e mencionou que ele estava acompanhado da primeira-dama, Melania Trump, quando o Serviço Secreto interveio. O evento, que contava com a presença de diversas autoridades, levou à saída apressada do presidente, do vice-presidente J.D. Vance e do secretário de Estado, Marco Rubio, entre outros.
Fontes federais de alto escalão informaram à Fox News que o atirador, identificado como Cole Allen, de 31 anos, teria confessado sua intenção de assassinar funcionários do governo logo após sua detenção na noite anterior. Durante a ação, um agente federal foi atingido, mas já recebeu alta do hospital, e não houve feridos entre os presentes no evento.
Informações adicionais divulgadas pela Casa Branca revelaram que o atirador deixou um manifesto com sua família antes do ataque, no qual expressava suas intenções. O irmão de Allen notificou o Departamento de Polícia de New London, em Connecticut, sobre o conteúdo do manifesto.
Além disso, a Casa Branca informou que Allen mantinha uma retórica anti-Trump e anticristã em suas redes sociais. O Presidente Trump, em entrevista ao programa The Sunday Briefing, da Fox News, comentou que o manifesto do atirador demonstra um ódio em relação aos cristãos. O incidente gerou preocupações sobre a crescente violência política nos Estados Unidos e a segurança de seus líderes.




