A Superlicença da FIA é o documento mais cobiçado por jovens pilotos em todo o mundo, funcionando como uma carteira de motorista da F1. Ela certifica que um competidor possui a habilidade, a experiência e a maturidade necessárias para pilotar os carros mais rápidos do planeta.
A Superlicença foi introduzida nos anos 80, mas suas regras foram endurecidas em 2016, com o objetivo de garantir que os pilotos demonstrem velocidade, consistência e experiência em categorias de base de alto nível.
Para ser elegível à Superlicença, um piloto precisa cumprir uma série de critérios rigorosos, incluindo a acumulação de um mínimo de 40 pontos ao longo de três temporadas consecutivas em campeonatos sancionados pela FIA. Os pontos são distribuídos com base na classificação final do piloto em campeonatos de base, como Fórmula 2, IndyCar Series e Fórmula 3.
Além dos requisitos de desempenho, a Superlicença também possui um custo financeiro significativo, com uma taxa de emissão inicial e uma taxa de renovação anual, cujo valor aumenta com base no número de pontos que o piloto marcou na temporada anterior




