Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
    IvinhemaNews | Notícias de Ivinhema e Região em Tempo Real
    Login
    • Home
    • Polícia
    • Ivinhema
    • Esporte
    • Política
    • Geral
    • Brasil
    IvinhemaNews | Notícias de Ivinhema e Região em Tempo Real
    • Home
    • Política
    • Polícia
    • Ivinhema
    • Esporte
    • Geral
    • Brasil
    Home»Geral»STF amplia proteção à mulher em casos de violência sem vínculo afetivo
    Geral

    STF amplia proteção à mulher em casos de violência sem vínculo afetivo

    RedaçãoBy Redação20 de agosto de 2026
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Email

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (19), ampliar as medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha, aplicando-as a situações de violência de gênero mesmo na ausência de vínculo doméstico, familiar ou de afeto entre a mulher e o agressor. A deliberação ocorreu durante o julgamento do Tema 1.412 da repercussão geral, no Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1.537.713, relator o ministro Edson Fachin. A tese fixada pelo Plenário será de interpretação vinculante, orientando o julgamento de casos similares em todo o território nacional.

    A nova interpretação determina que o critério para a aplicação das medidas protetivas não deve ser apenas a existência de uma relação entre a mulher e o agressor, mas sim a caracterização da violência de gênero e a presença de uma situação de risco que justifique a proteção. Essa decisão não altera o texto da Lei Maria da Penha, mas estabelece um novo entendimento sobre a abrangência das medidas protetivas de urgência previstas na Lei 11.340/2006.

    Na prática, essa ampliação atinge casos que ocorrem fora de contextos domésticos e familiares, abrangendo situações em ambientes comunitários, profissionais e sociais, desde que a violência esteja relacionada à condição de mulher da vítima. O processo que levou à decisão do STF teve origem em Minas Gerais, onde uma mulher denunciou perseguições e ameaças de morte feitas por um vizinho, buscando medidas protetivas. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), entretanto, negou o pedido, alegando a ausência de uma relação íntima entre a vítima e o agressor.

    O Ministério Público de Minas Gerais então recorreu ao STF, argumentando que a interpretação do TJ-MG limitava a proteção oferecida pela legislação e contrariava compromissos internacionais assumidos pelo Brasil para prevenir e combater a violência contra mulheres. Ao analisar o recurso, o STF reafirmou a necessidade de garantir proteção em situações de urgência.

    Além disso, o STF incluiu na tese a possibilidade de medidas protetivas serem concedidas por delegados de polícia ou agentes policiais em casos de urgência relacionados à violência de gênero, conforme entendimento já estabelecido pela Corte na ADI 6.138. Essa previsão reforça que as medidas protetivas podem ser acionadas imediatamente em situações de risco, sem que a competência do órgão responsável impeça a adoção das devidas providências.

    A decisão do STF também considera a violência contra mulheres em contextos políticos, reconhecendo que essa violência pode atuar como um mecanismo de intimidação ou desestímulo à participação feminina na política. A inclusão deste aspecto foi proposta durante o julgamento pelo ministro Flávio Dino e incorporada à tese aprovada pelo Plenário. Essa ampliação das medidas protetivas reflete um passo significativo na luta contra a violência de gênero no Brasil.

    Share. Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email

    Posts recentes

    Produção de cana-de-açúcar deve registrar aumento de 4,7% na safra 2026/2027

    20 de agosto de 2026

    Pesquisa revela a importância da crença em Deus nas eleições brasileiras

    20 de agosto de 2026

    Câmara dos Deputados avança com projeto que pode liberar porte de armas para empresários

    20 de agosto de 2026

    Homem é denunciado por exercer medicina ilegalmente na Baixada Fluminense

    20 de agosto de 2026
    Publicações recentes

    Falece aos 76 anos pai da primeira-dama de Nova Andradina

    By Redação20 de agosto de 2026

    O falecimento do pai da primeira-dama Flávia Fedossi, aos 76 anos, em Nova Andradina, marca uma perda significativa para a comunidade local. O ocorrido gerou comoção entre os moradores da cidade.

    Produção de cana-de-açúcar deve registrar aumento de 4,7% na safra 2026/2027

    20 de agosto de 2026

    EUA exigem libertação de acadêmico americano detido na China

    20 de agosto de 2026

    Campo Grande se despede de jovem morta por queda de árvore

    20 de agosto de 2026

    STF amplia proteção à mulher em casos de violência sem vínculo afetivo

    20 de agosto de 2026
    Facebook Instagram WhatsApp
    • Home
    • Política
    • Polícia
    • Ivinhema
    • Esporte
    • Geral
    • Brasil
    © © 2026 IvinhemaNews – Desenvolvido por Julio Fernando

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Sign In or Register

    Welcome Back!

    Login to your account below.

    Lost password?