Carlson apoiou a iniciativa ao compartilhar a postagem de Greene em sua conta no X, onde destacou que o movimento MAGA, que simboliza a campanha de Trump, foi "traído" e chamou a atenção para a necessidade de um "novo caminho". A proposta de um movimento alternativo está em fase inicial, mas os integrantes já admitem que pode evoluir para a criação de uma nova legenda política, com a meta de lançar um candidato à Presidência nas eleições de 2028.
Durante uma entrevista ao programa The Young Turks, realizada em 4 de agosto, Joe Kent comentou sobre a possibilidade de apresentar um candidato fora do círculo de Trump. No entanto, a situação gera divergências entre os aliados de Trump, que têm visões distintas sobre o impacto dessa divisão nas eleições. Uma fonte próxima ao ex-presidente minimizou a influência de Carlson na política republicana e a viabilidade de um novo partido.
Por outro lado, outra fonte expressou preocupações sobre as consequências eleitorais da fragmentação, especialmente nas eleições legislativas de meio de mandato que ocorrerão em novembro. Essa fonte alertou que a perda de apoio de parte dos eleitores republicanos poderia comprometer a maioria do partido na Câmara dos Deputados e no Senado.
Em resposta a essas movimentações, o porta-voz da Casa Branca, Davis Ingle, declarou que Trump continua a ser o “líder inequívoco do Partido Republicano”, enquanto classificou os membros do “America First” como “dissidentes que superestimam sua própria influência”.




