Recentes operações militares dos Estados Unidos na Venezuela e no Irã revelaram sérias falhas nos sistemas de defesa aérea fornecidos pela China. Equipamentos que foram comercializados como tecnologia avançada não conseguiram resistir a ataques, gerando questionamentos sobre a real eficácia do poderio militar chinês em cenários globais.
Durante a operação que levou à captura de Nicolás Maduro em janeiro, radares sofisticados como o JY-27A, fornecidos pela China, falharam em sua função. Embora sejam anunciados como capazes de detectar aeronaves invisíveis dos EUA, as forças americanas utilizaram guerra cibernética para neutralizar esses sistemas, permitindo que mais de 150 aeronaves sobrevoassem o espaço aéreo venezuelano sem serem percebidas ou abatidas.
No Irã, as baterias de mísseis HQ-9B, também de origem chinesa, não conseguiram proteger Teerã durante ataques coordenados pelos EUA e Israel em 28 de fevereiro. Esses bombardeios impactaram mais de 20 províncias iranianas e resultaram na destruição de instalações estratégicas, além da morte de líderes políticos e militares do regime islâmico, evidenciando a ineficácia do armamento chinês em um cenário de combate real.
O Paquistão também enfrentou problemas com o equipamento militar chinês. Em maio de 2025, durante um confronto com a Índia, os sistemas de defesa chineses falharam em conter ataques com mísseis indianos que atingiram bases estratégicas do país. Especialistas estão alertando que as nações que adquiriram armamentos da China estão reavaliando suas defesas e questionando a confiabilidade desses equipamentos para combates efetivos.
Atualmente, a China ocupa a posição de quinto maior exportador de armas do mundo, com suas empresas de segurança e equipamentos militares operando em 48 países, abrangendo regiões da Ásia, África e América Latina. Contudo, o colapso prático de tecnologias que eram promovidas como infalíveis prejudicou a credibilidade de Pequim como fornecedor militar confiável, especialmente em comparação com as tecnologias ocidentais.
Após os incidentes na Venezuela, o governo chinês não ofereceu uma resposta direta sobre a eficácia técnica de seus radares e mísseis. O Ministério das Relações Exteriores da China optou por criticar as ações dos EUA, classificando-as como violações da soberania nacional e do direito internacional, sem abordar as falhas observadas em seus sistemas de defesa.




