Em 2025, medicamentos baseados em GLP-1, como o Mounjaro, passaram a dominar conversas e redes sociais, mas também foram alvo de uso indiscriminado. A agência responsável pelo controle sanitário precisou reforçar a exigência de receita médica para sua venda, uma medida que contribuiu, mas não eliminou, o abuso.
O desabastecimento desses remédios continuou, deixando pacientes com obesidade grave, diabetes e riscos cardiometabólicos sem tratamento. O mercado foi ainda mais distorcido pela presença de furtos, contrabando, fraudes e operações policiais ligadas a versões manipuladas e comercializadas ilegalmente.
Estudo com mais de 55 mil participantes em 2025 apontou relação entre exposição a corpos ideais nas redes e o aumento de sintomas de transtornos alimentares. A comparação social online, impulsionada por algoritmos, é um dos fatores que alimentam a busca por soluções não regulamentadas para a imagem corporal.
Além das canetas emagrecedoras, o uso excessivo de esteroides anabolizantes também cresceu, destacando a ligação entre redes sociais e problemas de saúde pública. A pressão por padrões inatingíveis, em uma sociedade ainda marcada pela gordofobia, resulta em consequências graves para a saúde, com preços inflacionados e acesso cada vez mais desigual.




