A Câmara de Vereadores de Terenos recebeu documentação sigilosa do Ministério Público para os parlamentares avaliarem o que foi apurado na operação que afastou o prefeito. Um vereador foi alvo de uma das fases da investigação e segue afastado.
O prefeito, Henrique Wancura Budke, chegou a ficar preso e também foi afastado. Entre as medidas cautelares impostas a investigados estavam a impossibilidade de manter contratos com a prefeitura e até uso de tornozeleira.
A Câmara informou que a Casa não é alvo de investigação, mas sim vítima de empresas externas que participaram de processos licitatórios e que supostamente cometeram fraudes. A investigação sobre supostas irregularidades em contratos na Administração de Terenos resultou em pelo menos três operações para cumprimento de buscas e apreensões e até prisões entre 2024 e 2025.
Pelo menos 20 pessoas já foram denunciadas à Justiça. A Câmara colocou os documentos sigilosos disponíveis em uma sala especial, para que sejam analisados em um período de dois meses, para que após, os parlamentares decidam quais providências adotar, como eventual instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.




