O setor rural foi responsável por 75% dos recursos, destinados principalmente a pequenos e médios produtores, enquanto a linha empresarial recebeu 25%. A maior parte dos recursos do FCO Rural foi usada em correção de solo, reforma de pastagens, aquisição de matrizes bovinas, implantação de sistemas de irrigação e compra de máquinas agrícolas.
O secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável destacou que os investimentos buscam apoiar pequenos empresários e contribuir para a meta do Estado de ser carbono neutro até 2030. O FCO Rural contemplou projetos em todos os municípios de MS, com destaque para Bataguassu, Dourados, Paranaíba, Sidrolândia e Paraíso das Águas.
Na linha empresarial, mini e pequenos empresários receberam 52% dos recursos, enquanto médios e grandes empresários ficaram com 10,6%. Campo Grande concentrou 40% do volume liberado e Dourados outros 13%. Os principais fins do FCO Empresarial foram capital de giro, compra de equipamentos, construções, reformas e aquisição de veículos.
Para 2026, a Sudeco definiu orçamento de R$ 3,1 bilhões para MS, dividido igualmente entre FCO Rural e FCO Empresarial. O governo estadual mantém taxas competitivas de juros e defende a redução dos juros empresariais para fortalecer a economia




