O Palmeiras decidiu rescindir o contrato de patrocínio com a Fictor após o grupo pedir recuperação judicial. O acordo de patrocínio previa que a Fictor pagasse anualmente R$ 25 milhões ao Palmeiras.
O contrato de três anos também envolvia os naming rights de um torneio sub-17 organizado pelo clube paulista. A Fictor deve R$ 2,6 milhões ao Palmeiras, conforme declarou à Justiça em seu pedido de recuperação judicial.
O Palmeiras decidiu romper o acordo “em razão de inadimplemento contratual e do pedido de recuperação judicial realizado pelo grupo”. O clube se respaldou no que foi previsto no contrato para rescindir o acordo.
O Grupo Fictor pretende quitar todas as dívidas sem deságio, ou seja, sem negociar abatimento nos valores, mas apenas o prazo do recebimento. A medida busca criar um ambiente de negociação estruturada e com tratamento isonômico, que possa garantir a continuidade das atividades de forma sustentável.




