O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul se manifestou sobre o episódio em que o Poder Judiciário liberou acesso de Urandir Fernandes de Oliveira a operação sigilosas do Gaeco. O equívoco aconteceu devido ao volume e à complexidade dos autos.
O acesso foi liberado por um período de duas horas, após o empresário ter juntado procuração nos autos. O servidor responsável pelo cumprimento da decisão interpretou, de forma equivocada, que o empresário figurava entre os investigados em favor dos quais a habilitação havia sido deferida.
As operações Collusion e Simulatum, que investigam fraudes em licitações em Terenos, tiveram como alvo o escritório do Jornal Impacto. Embora Urandir seja sócio do proprietário do jornal em outros empreendimentos, sua defesa esclareceu que ele não é investigado no caso.
O acesso indevido foi prontamente cessado assim que o equívoco foi identificado, e o tribunal esclareceu que não houve indício de dolo ou de violação intencional do sigilo.




