A final da Copa do Mundo, que ocorrerá neste domingo, 19, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, promete mais do que apenas o troféu para as seleções de Espanha e Argentina. O confronto, agendado para as 15h (horário de MS), também definirá uma significativa bonificação financeira para o vencedor.
Conforme anunciado pela Fifa, a seleção campeã levará para casa um prêmio de US$ 50 milhões, o equivalente a R$ 255 milhões. Já o time que ficar em segundo lugar garantirá uma quantia menor, com US$ 33 milhões, ou R$ 168 milhões. Esses valores fazem parte da distribuição total de US$ 655 milhões (aproximadamente R$ 3,3 bilhões) que será repartida entre as seleções participantes do torneio.
Além das premiações para as posições finais, todas as seleções que competiram na Copa do Mundo receberam um valor fixo de US$ 1,5 milhão (R$ 7,74 milhões) para auxiliar nos custos de preparação para o evento. Essa estratégia visa apoiar as equipes em suas despesas ao longo da competição.
A distribuição das premiações reflete o crescente investimento da Fifa no futebol mundial, que busca incentivar as seleções a alcançarem um desempenho ainda melhor em futuras edições da Copa do Mundo. Com a final se aproximando, a expectativa é alta entre os torcedores e os atletas, que buscam não apenas a glória esportiva, mas também o retorno financeiro significativo que vem junto com a vitória.
Com o Brasil não avançando para a fase final, o foco dos fãs brasileiros se volta para a disputa entre os dois gigantes do futebol europeu e sul-americano, que prometem um espetáculo à parte no gramado. A final não é apenas uma questão de honra, mas também uma oportunidade financeira que pode mudar a história de cada seleção.


