O BRB afirmou em nota que possui plena capacidade de recompor seu capital, caso venham a ser confirmados eventuais prejuízos decorrentes de determinadas operações. O banco precisa de recursos para manter as operações funcionando.
O BRB também afirma que, até o momento, não recebeu comunicação ou determinação específica de aporte de capital por parte do Banco Central, ou qualquer outro órgão. O governo do DF é o acionista majoritário do BRB, com cerca de 53,71% das ações totais.
O Banco Central também acompanha a situação do BRB. Durante as investigações, a Polícia Federal mostrou que o Master teria vendido R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito inexistentes ao banco. Por isso, o rombo pode ser ainda maior.
O BRB ainda calcula quantos bilhões serão necessários para seguir em pé. Inicialmente, a expectativa era de o montante girasse entre R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões, mas o valor ainda pode aumentar.




