O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, declarou neste domingo (14) que os pilotos que faleceram na colisão entre dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da cidade, eram profissionais altamente capacitados e atuavam na formação de outros aviadores. "Uma tragédia. Uma fatalidade. Algo absolutamente fora do comum, uma colisão entre dois helicópteros. Dois pilotos experientes que eram inclusive instrutores de outros pilotos", afirmou Cavaliere.
O acidente resultou na morte de seis pessoas e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil e da Força Aérea Brasileira (FAB). De acordo com o prefeito, não há registro de vítimas além das que estavam a bordo das aeronaves no momento da colisão. Ele destacou que as circunstâncias que levaram ao acidente ainda são desconhecidas e que a investigação ficará a cargo das autoridades competentes.
Cavaliere comentou que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) será responsável pela apuração do caso. "A Polícia Civil já fez a perícia. Ainda faltam duas vítimas para serem liberadas para o Instituto Médico Legal (IML)", disse o prefeito, que logo após a declaração, foi informado que as duas vítimas restantes haviam sido retiradas do local.
A prioridade, , é concluir os procedimentos de identificação das vítimas e aguardar os resultados das investigações. "É uma grande mobilização. Cabe às autoridades competentes, cada um fazendo sua parte, apurar o que aconteceu nesse acidente", acrescentou.
O prefeito também mencionou que, segundo relatos de familiares e proprietários das aeronaves, os helicópteros estavam se dirigindo a destinos distintos no momento da colisão. "A informação aqui do local por parte das famílias e dos proprietários é que uma aeronave estava indo para Angra dos Reis e outra para a serra do Rio de Janeiro. Mas informações oficiais ainda serão confirmadas e precisamos aguardar", afirmou.
Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados, pois a identificação só será feita após a conclusão dos procedimentos pelo IML. "Por respeito às famílias, só vamos divulgar as identidades após todas as vítimas serem liberadas para o IML", explicou Cavaliere.




