Em Brasília, no dia 18, o candidato à Presidência Renan Santos apresentou críticas contundentes à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), afirmando que a legislação atual não reflete as necessidades do mercado contemporâneo. A declaração ocorreu durante uma sabatina da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS).
Renan Santos afirmou que "a CLT já deu, já era", ressaltando que muitos setores, especialmente o de serviços e a nova economia, têm optado pela contratação de microempreendedores individuais (MEI) como uma alternativa viável às normas trabalhistas tradicionais. O candidato propôs, caso seja eleito, a implementação de um regime mais flexível, com remuneração calculada por hora trabalhada.
Durante a sabatina, o candidato não poupou críticas ao Congresso Nacional, referindo-se a uma proposta legislativa que, segundo ele, elevaria os custos trabalhistas para as empresas. Renan Santos descreveu a atual situação como um "assalto a quem trabalha e produz" e alertou que o aumento dos custos, aliado aos altos juros, poderia levar a uma "quebradeira" de diversas empresas.
Ele se comprometeu a barrar essa medida caso chegue ao Palácio do Planalto, afirmando que "esse projeto vai ser soterrado. Nós nunca mais vamos ouvir falar desse projeto maldito". A declaração enfatiza sua posição contrária ao aumento de encargos trabalhistas, que ele considera prejudicial ao ambiente empresarial.




