O Palmeiras enfrentou o Internacional no Nubank Park neste domingo (9) e não saiu do 0 a 0, em uma partida válida pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. A equipe alviverde, sob o comando de Abel Ferreira, apresentou um desempenho insatisfatório, especialmente no que diz respeito à produtividade ofensiva, enquanto o visitante mostrou-se disciplinado na defesa e teve bons momentos no ataque, embora não tenha conseguido concretizar as oportunidades.
Com o empate, o Internacional, que soma 23 pontos, mantém sua luta contra o rebaixamento, mas com a esperança de dias melhores após os últimos resultados. Por outro lado, o Palmeiras, líder com 48 pontos, tem motivos para se preocupar, especialmente em relação à sua atuação em casa, onde não conseguiu se impor como esperado.
O primeiro tempo da partida foi marcado pela entrega dos jogadores do Internacional, que conseguiram limitar as ações do Palmeiras e reduzir a vantagem técnica do time mandante. Apesar de ter mais posse de bola, o Palmeiras não conseguiu criar chances efetivas, e a trinca composta por Andreas Pereira, Maurício e Arias se mostrou ineficaz, devido à postura defensiva do Internacional e à própria falta de agressividade dos palmeirenses.
As melhores oportunidades da primeira etapa foram do Internacional, que se destacou em jogadas rápidas de transição. O goleiro Carlos Miguel fez uma defesa importante ao impedir um chute de Bernabei, o que refletiu a falta de contundência do ataque palmeirense, que não conseguiu desenvolver jogadas efetivas com os alas Píquerez e Allan, que estavam aquém do esperado.
No segundo tempo, o Palmeiras voltou com mais intensidade e passou a pressionar mais a defesa adversária, embora ainda dependesse de lançamentos longos. Essa mudança de postura animou os torcedores, que demonstravam impaciência com o desempenho do time até então. Abel Ferreira fez substituições, colocando Vitor Roque e Flaco Lopes nos lugares de Sosa e Maurício, buscando maior efetividade no ataque.
Apesar das trocas, o Palmeiras continuou enfrentando dificuldades para finalizar com perigo. A melhora na criação de chances só ocorreu perto dos 30 minutos, quando um cabeceio de Vitor Roque passou perto do gol. A pressão aumentou, mas se misturou a momentos de afobação, resultando em passes errados e finalizações imprecisas.




