A Sejusp divulgou que as operações são coordenadas nacionalmente pela Senappen e, no Estado, foram conduzidas pela Agepen, com atuação da Polícia Penal e da Gisp. Os trabalhos incluíram retirada de internos das celas para revista, contenção e vistorias nos pavilhões.
Ainda segundo a pasta, esses recursos permitem localizar materiais ilícitos ocultos com maior precisão.
O foco principal das operações é interromper comunicações irregulares dentro dos presídios, especialmente por meio da apreensão de celulares que seriam usados por internos para coordenar crimes fora das unidades.




