O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, anunciou no dia 15 que todos os militares com mais de 30 anos deverão realizar testes para detectar a deficiência de testosterona. A medida tem o objetivo de assegurar que esses soldados mantenham níveis adequados do hormônio masculino, o que é considerado essencial para um desempenho máximo nas atividades militares.
Essa nova exigência será integrada à revisão de saúde obrigatória para os membros das Forças Armadas e reflete a iniciativa de Hegseth de restaurar o que ele considera o 'mais alto padrão masculino' no Exército. A proposta também busca atender a novos requisitos físicos que visam evitar que os soldados apresentem características indesejadas, como sobrepeso e aparência descuidada.
Em um vídeo divulgado na plataforma X, Hegseth, que ocupou seu cargo durante a administração de Donald Trump, destacou a importância do combatente individual, afirmando que, apesar dos investimentos em tecnologia militar e equipamentos, a maior vantagem tática reside na capacidade física e mental dos soldados. Ele enfatizou que é um dever sagrado manter essa vantagem competitiva.
"Autorizo hoje um novo programa de detecção de deficiência de testosterona para nosso pessoal militar, garantindo que eles tenham os níveis adequados deste hormônio para render ao máximo de suas capacidades", declarou Hegseth. Ele também mencionou que, conforme avança a idade, os níveis de testosterona tendem a diminuir naturalmente, o que justifica a necessidade dos testes anuais para os militares a partir dos 30 anos. Os demais poderão optar por realizar os exames de forma voluntária.
Caso seja recomendado tratamento, a terapia de reposição de testosterona será opcional. Hegseth ressaltou que essa iniciativa não visa melhorar o desempenho de forma artificial, mas sim restaurar e otimizar as capacidades naturais dos soldados, protegendo sua longevidade e garantindo que eles possuam a base biológica necessária para o combate.




