O FMI retomou relações com a Venezuela, país que é membro do organismo desde 1946. As relações haviam sido suspensas em 2019, devido a problemas de reconhecimento de governo. A ditadora interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, comemorou a retomada das relações com o FMI e acusou o que chamou de 'extremismo venezuelano' de tentar impedir o retorno do país ao FMI.
A retomada das relações é um passo importante para a economia da Venezuela, que sofreu uma crise após uma das fraudes eleitorais do ditador Nicolás Maduro.
No início de janeiro, o regime chavista se aproximou dos Estados Unidos e recebeu elogios do presidente americano, Donald Trump.
No início de abril, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA retirou o nome de Rodríguez da sua lista de alvos de sanções econômicas.
Na terça-feira (14), o governo dos EUA suspendeu sanções contra o sistema bancário público venezuelano, incluindo o Banco Central da Venezuela.
A retomada das relações entre o FMI e a Venezuela é um passo importante para o país, que busca superar a crise econômica e política que enfrenta.




