O filho do Presidente do Brasil apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a quebra de sigilo relacionada a investigação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O pedido foi apresentado com base nos fundamentos adotados pelo ministro do STF, Flavio Dino, que suspendeu a quebra de sigilo do sigilo da amiga de Lulinha.
A CPMI do INSS havia aprovado a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do Presidente, Fábio Luís Lula da Silva. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, havia mantido a decisão de quebra de sigilo. O filho do Presidente afirmou em seu pedido que a decisão tomada pela CPMI foi irregular e que ele seguirá colaborando com a investigação, fornecendo os documentos bancários e fiscais de forma voluntária caso a quebra de sigilo seja suspensa.
A CPMI do INSS havia aprovado a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha em 26 de fevereiro. O presidente do Senado havia mantido a decisão de quebra de sigilo, afirmando que não havia violação das normas regimentais.
O ministro do STF, Flavio Dino, havia suspendido a quebra de sigilo da amiga de Lulinha, Roberta Luchsinger, afirmando que houvera violação do devido processo constitucional na votação da CPMI que aprovou as quebras de sigilo em 26 de fevereiro.




