O Pentágono está expandindo sua presença militar no Caribe, com um aumento significativo de tropas e armamento, em resposta à crescente pressão sobre o governo de Cuba. Informações indicam que os EUA estão se preparando para um ataque militar contra a ilha, dependendo apenas da aprovação final do presidente Donald Trump.
Recentemente, um grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz foi deslocado para o Caribe, acompanhado de destróieres e cruzadores de mísseis guiados, os quais possuem capacidade para lançar mísseis de precisão contra alvos em terra. Além disso, os navios anfíbios e de escolta USS Kearsarge, que transportam 2.500 fuzileiros navais, estão posicionados na costa da Virgínia, prontos para um novo destacamento.
A atual frota na região é ligeiramente menor do que a mobilizada em janeiro, quando os EUA realizaram a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. Para que uma operação em larga escala em território cubano ocorra, o Pentágono necessitará de um número adicional de tropas.
Mark Cancian, ex-funcionário do Pentágono e analista sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, destacou que a mobilização atual tem como objetivo exercer pressão por meio da intimidação. Essa estratégia pode ser vista como parte de um esforço mais amplo dos EUA para influenciar a situação política em Cuba.
Nesta quarta-feira (27), o secretário de Estado, Marco Rubio, comentou sobre a situação do país caribenho, afirmando que Cuba está enfrentando grandes dificuldades. Ele destacou que o governo cubano é controlado por um grupo de comunistas considerados incompetentes, que têm gerido a economia de forma desastrosa. Rubio mencionou que uma empresa chamada Gaesa controla 70% da economia cubana, e que os recursos obtidos não são revertidos para ajudar a população.
"Nada do dinheiro dessa empresa vai para ajudar o povo cubano, nada. Então, vamos conversar com eles, vamos trabalhar nisso. Queremos algo bom para o povo cubano e esperamos que haja um bom resultado para eles", declarou Rubio a jornalistas, enfatizando a necessidade de uma abordagem que beneficie a população local.




