O governo cubano informou que irá libertar 2.010 prisioneiros, a maior soltura do tipo em anos. A decisão foi anunciada em meio à crescente pressão da administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O indulto foi concedido levando em conta a boa conduta dos detentos, suas condições de saúde e a natureza dos crimes cometidos. A lista de libertados inclui jovens, mulheres, pessoas com mais de 60 anos e estrangeiros, mas exclui aqueles que cometeram crimes graves como assassinato e agressão sexual.
Este é o quinto indulto concedido pelo governo cubano desde 2011. A Human Rights Watch aponta que Cuba é conhecida por deter e perseguir dissidentes, incluindo ativistas e jornalistas.
O comunicado não mencionou os Estados Unidos, atribuindo a decisão às celebrações da Semana Santa. No entanto, a pressão do governo Trump tem exacerbado a crise econômica da ilha, que já enfrenta dificuldades energéticas e escassez de petróleo.




