A Copa do Mundo, evento esportivo de maior visibilidade global, já passou por edições marcadas por polêmicas e críticas severas. Fatores como violência, arbitragens problemáticas e infraestrutura inadequada resultaram em torneios que se tornaram sinônimos de fracasso. Edições como as de 1934, 1962, 1990, 2010 e 2022 são exemplos dessas controvérsias.
Em 1934, a Copa na Itália foi utilizada pelo regime de Benito Mussolini, que intimidou árbitros e permitiu agressões contra adversários. Em 1962, a “Batalha de Santiago” entre Chile e Itália ficou famosa por sua violência extrema, exigindo até mesmo a intervenção policial. Já em 1990, a competição teve a pior média de gols da história, com um estilo de jogo defensivo que prejudicou o espetáculo.
As edições de 2010 e 2022 também enfrentaram críticas. A primeira foi marcada pelo barulho das vuvuzelas e erros de arbitragem, enquanto a segunda foi alvo de denúncias relacionadas a violações trabalhistas e críticas ao calendário do torneio.
As falhas em algumas Copas levaram a Fifa a reavaliar as regras do futebol. A falta de um sistema de punição em 1962 resultou na criação dos cartões amarelo e vermelho, enquanto a regra do recuo, que permitia aos goleiros pegar a bola com as mãos, foi proibida após a Copa de 1990. Em 2010, a ausência de tecnologia na arbitragem comprometeu a credibilidade do torneio.




