A preparação para uma Copa do Mundo envolve não apenas treinos intensos, mas também estratégias para aliviar a pressão que recai sobre os jogadores. A Seleção Brasileira, que sonha com seu sexto título mundial, encontrou maneiras de se distrair durante sua estadia nos Estados Unidos, incluindo campeonatos de pingue-pongue, videogames e um simulador de Fórmula 1.
Os atletas estão hospedados no The Ridge Hotel, localizado em Basking Ridge, Nova Jersey. Esse hotel foi escolhido para proporcionar um ambiente tranquilo e confortável, onde a equipe pode se concentrar em seus objetivos. A estreia da Seleção está marcada para este sábado (13), em East Rutherford, Nova Jersey, contra o Marrocos de Achraf Hakimi, semifinalista da última Copa do Mundo e atual campeão africano.
Durante uma coletiva de imprensa, o atacante Raphinha compartilhou que, após os treinos, os jogadores se reúnem para jogar truco e videogames, além de se divertir no simulador de F1 disponível no hotel. "Quando voltamos para o hotel e terminamos o almoço, alguns vão direto para o videogame, outros para o truco. Temos até um simulador de F1 lá dentro. E também está rolando um campeonato de pingue-pongue", disse Raphinha.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) preparou uma sala de lazer com diversas opções de entretenimento, incluindo um totó (pebolim). O meia Casemiro, um dos capitães da equipe, se destaca no jogo Counter-Strike, que é popular entre os jogadores. Além das atividades recreativas, alguns atletas optam por sessões de fisioterapia em seus momentos livres, mantendo a rotina de treinos em um horário alternado.
A dinâmica de interação e descontração é considerada importante para a equipe, especialmente para os jogadores mais jovens, que têm a pressão da expectativa de um país com mais de 200 milhões de habitantes. A comissão técnica estabeleceu horários de retorno ao hotel, permitindo que os atletas saiam, mas garantindo que voltem dentro do cronograma estipulado.
A atmosfera no hotel é de privacidade e conforto, ideal para a preparação para a Copa. O ex-jogador Zinho, que fez parte da equipe campeã em 1994, comentou sobre as semelhanças entre as experiências das seleções, destacando que, na sua época, as opções de entretenimento eram diferentes, mas igualmente relevantes para manter a equipe unida.




