Agatha Nunes, de 18 anos, decidiu seguir um caminho profissional que ainda é pouco explorado por mulheres e figura entre as escolhas raras de vestibulandos em geral. A estudante ingressa em uma área onde menos de um quarto das matrículas no Brasil são femininas.
Desde pequena, Agatha sempre gostou de astronomia e do universo, e quando começou a ter física no 9° ano, já se interessava bastante pela área. O feito ocorre em um cenário de baixa ocupação feminina e predominância masculina.
A física é associada tradicionalmente ao magistério, mas o setor corporativo aponta uma transformação, com profissões ligadas à análise de dados e inteligência artificial tendo crescimento acentuado até 2027. Físicas e físicos tornam-se peças estratégicas nesse contexto.
Para alcançar a aprovação nas principais universidades do país, Agatha Nunes estruturou sua preparação em três pilares: acadêmico, físico e emocional, aprendendo a manter o emocional equilibrado e lidar com a ansiedade e pressão.




