A Justiça de Castilla e León, na Espanha, decidiu que o acidente que resultou na morte de Diogo Jota e de seu irmão, André Silva, em julho de 2025, não configurou crime. Essa conclusão foi divulgada após investigações realizadas por peritos que analisaram as circunstâncias do evento trágico.
Os especialistas concluíram que a hipótese de um pneu da Lamborghini ter estourado em alta velocidade durante uma ultrapassagem na rodovia A-52, na região de Zamora, não se sustenta. Após a colisão, o veículo atingiu o canteiro central e pegou fogo, resultando na morte dos irmãos.
Com base nas evidências coletadas no local e nos laudos técnicos elaborados por especialistas em acidentes de trânsito, a Justiça determinou que não há fundamentos para a abertura de processos criminais relacionados às mortes.
Diogo Jota, que tinha 28 anos, e André Silva, de 25 anos, estavam em férias após o sucesso de Jota na conquista da Liga das Nações com a seleção de Portugal, além de sua trajetória vitoriosa no Liverpool, onde foi campeão inglês. Por sua vez, André Silva jogava pelo Penafiel, equipe da segunda divisão de Portugal.
As conclusões do Tribunal Superior refletem um fechamento de um caso que gerou grande comoção não apenas entre familiares e amigos, mas também entre os fãs dos dois atletas, que eram bem conhecidos no cenário esportivo. As investigações agora encerradas deixam um luto que ainda perdura entre os admiradores da carreira dos irmãos.




