Esse comportamento paradoxal acaba por prolongar a sensação de cansaço, uma vez que o descanso se torna fragmentado, interrompido por notificações e interações, comprometendo sua eficácia na recuperação física e mental. A questão que surge é se a necessidade de recorrer a "férias clandestinas" é um sintoma de um problema enfrentado pelos empregados ou se reflete uma cultura corporativa que ainda considera o descanso como um privilégio e a disponibilidade contínua como uma virtude.




