O esqui alpino trouxe ao Brasil a primeira medalha de sua história nos Jogos Olímpicos de Inverno e está presente na competição desde 1936, em Gamish-Partenkirchen, na Alemanha. A modalidade envolve os competidores descendo uma pista e realizando passagens obrigatórias entre marcações, chamadas de “portas”, que sinalizam mudanças de direção.
Com a criação da Federação Internacional de Esqui em 1924, o esqui alpino ganhou reconhecimento e se desenvolveu rapidamente. As competições mais importantes da modalidade incluem o Campeonato Mundial, que teve sua primeira edição em 1931, e a Copa do Mundo, realizada a partir de 1966.
A primeira participação do Brasil em competições oficiais de esqui alpino aconteceu no Campeonato Mundial de Portillo, Chile, em 1966. Desde então, o país foi representado mais de 20 vezes em 17 edições de Campeonatos Mundiais. Em 1992, o Brasil participou pela primeira vez dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Albertville (França).
A modalidade é dividida em quatro eventos (disciplinas), com categorias femininas e masculinas: Downhill (DH), Slalom Super Gigante (SG), Slalom Gigante (GS) e Slalom Especial (SL). A disciplina de maior velocidade do esqui alpino é o Downhill, com velocidades de até 150 Km/h e saltos de 40 a 60 metros de distância. O Downhill é considerado uma prova de técnica, estabilidade, resistência e velocidade.




