A fotografia, intitulada “Singularidade”, mostra uma lontra leucística se alimentando de um bagre em território sul-mato-grossense. O leucismo é uma condição genética caracterizada pela ausência parcial ou total de melanina, o que resulta em pelagem clara ou branca. Animais com essa característica tendem a ser mais vulneráveis na natureza por perderem a camuflagem natural, o que dificulta a proteção contra predadores.
A votação é aberta ao público e pode ser feita de forma online. O registro foi feito pela fotógrafa Daniela Anger e integra a lista de imagens finalistas que disputam a preferência do público. O vencedor será anunciado no dia 25 de março e, a partir dessa data, a foto vencedora passará a integrar a exposição oficial do Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, em cartaz até 12 de julho no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra.
Além da imagem brasileira, a seleção reúne registros de diferentes partes do mundo, como uma ursa polar com três filhotes no Canadá, uma aranha-de-porão carregando seus ovos e filhotes de urso brincando em uma estrada do Parque Nacional de Jasper. Essas imagens mostram a diversidade e a riqueza da vida selvagem em diferentes partes do planeta.
A exposição oficial do Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano é um evento importante para a comunidade de fotógrafos e amantes da natureza, e a participação da imagem brasileira é um destaque para a fotografia nacional.




