O Departamento de Estado dos Estados Unidos, liderado pelo secretário Marco Rubio, manifestou sua cobrança pela libertação de Min Zin, um cidadão americano detido durante uma viagem acadêmica à China. Zin, que ocupa o cargo de diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Políticos de Myanmar (ISP-Myanmar), um think tank baseado na Tailândia, encontra-se preso desde junho, sendo acusado de espionagem e de ameaçar a segurança nacional de Pequim.
A detenção de Min Zin ocorreu em um período próximo à visita do presidente americano, Donald Trump, à China, onde se reuniu com o líder chinês, Xi Jinping. O acadêmico estava na Ásia para participar de uma conferência a convite do governo chinês quando foi preso.
De acordo com informações do jornal The New York Times, Min Zin residia na Tailândia e possuía um doutorado pela Universidade da Califórnia, Berkeley. O Departamento de Estado dos EUA enfatizou que a segurança e proteção dos cidadãos americanos são suas principais prioridades e reiterou que continuará a defender o acadêmico e a exigir a libertação de todos os cidadãos americanos que estejam detidos de maneira arbitrária na China.
A situação de Min Zin destaca as tensões entre os EUA e a China, especialmente em um momento em que as relações entre os dois países estão sob escrutínio. O Departamento de Estado declarou que está comprometido em assegurar a proteção de seus cidadãos no exterior e que a detenção de Zin é considerada injusta.
As autoridades americanas seguem monitorando o caso e buscam garantir que os direitos do diretor do ISP-Myanmar sejam respeitados. A pressão internacional sobre a China para tratar de forma justa os cidadãos detidos continua a crescer, à medida que mais informações sobre o caso são divulgadas.




