Em Campo Grande, há pelo menos 590 animais comunitários, entre cães e gatos cadastrados na Subea. O programa oferece assistência veterinária completa, incluindo microchipagem, vacinação e castração para cães e gatos que vivem em espaços públicos sob cuidados compartilhados da comunidade. Entre os casos de sucesso está o gato Frajola, primeiro animal comunitário oficialmente registrado na capital, que vive em um condomínio sob os cuidados de sete famílias.
O programa de animais comunitários em Campo Grande conta atualmente com 64 cadastros oficiais na Superintendência de Bem-Estar Animal. Além disso, existem locais registrados pela Subea que atendem mais de um animal. A gata Chiquinha, mascote de uma clínica veterinária em Campo Grande, é um exemplo positivo, pois recebe atenção diária, acompanhamento veterinário e cuidados contínuos.
A servidora pública Luzia Barbosa Teixeira de Mello cuida de quatro gatos comunitários: Rajadinho, Frajola, Fumaça e Faísca. Eles começaram a aparecer em 2021 e, desde então, passaram a receber alimentação adequada, vermifugação, vitaminas. A Subea informou que não dispõe de um levantamento preciso sobre quantos animais vivem em cada local cadastrado.
O programa oferece consulta veterinária, microchipagem, vacinação e castração aos animais comunitários registrados. Em 2025, foram feitos seis novos cadastros, com predominância de felinos em relação a cães. A história do gato Frajola contribuiu para a regulamentação municipal da lei do animal comunitário, publicada em março de 2022, e inspirou um projeto de lei federal sobre o tema.




