O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma declaração de patrimônio totalizando R$ 4,77 milhões. Este valor representa uma diminuição de 35% em relação aos R$ 7,42 milhões que foram declarados em 2022. O registro foi protocolado no último sábado (8) como parte de sua candidatura à reeleição para 2026.
Entre as principais mudanças observadas nas finanças de Lula, destaca-se a redução nas aplicações em planos de previdência do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Em 2022, o presidente tinha R$ 5,5 milhões investidos nesses fundos, enquanto que, para 2026, este montante caiu para R$ 3,3 milhões.
Os demais bens declarados por Lula incluem uma variedade de aplicações financeiras, além de imóveis como apartamentos e terrenos. O presidente registrou uma casa em construção avaliada em R$ 246.918, um terreno com valor de R$ 265 mil e a posse de 50% de um apartamento, estimado em R$ 94.571. Esses valores permanecem inalterados em comparação aos imóveis listados na declaração anterior, todos localizados em São Bernardo do Campo, em São Paulo, que é considerado o berço político do petista.
Além dos bens imóveis, Lula também declarou a posse de um automóvel Chevrolet, avaliado em R$ 50 mil. Na declaração de 2022, o presidente havia informado a existência de um veículo que valia R$ 48 mil, assim como outro automóvel no valor de R$ 85 mil, que não foi incluído na declaração atual.
Essas informações financeiras são cruciais para a transparência do processo eleitoral, permitindo que a população tenha acesso aos dados patrimoniais dos candidatos que disputam as eleições. A queda no patrimônio de Lula pode ser um ponto a ser observado durante a campanha, refletindo possíveis mudanças em sua situação financeira desde a última eleição.




