A segunda denúncia foi feita por uma ex-colaboradora do gabinete de Buzzi, que alega ter sofrido toques sem consentimento e comentários de teor sexual entre 2023 e 2025. A defesa do ministro nega todas as acusações, afirmando que depoimentos, imagens de câmeras de segurança, laudos médicos e perícias no local provam que não houve importunação sexual. Quanto à denúncia da ex-colaboradora, os advogados sustentam que a dinâmica do trabalho no gabinete e a disposição física do espaço não seriam compatíveis com os episódios narrados.




