Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira de futebol, se destaca como o treinador mais bem remunerado da Copa do Mundo de 2026, mesmo após o fracasso da equipe, que vivenciou sua pior campanha em 36 anos. Ancelotti assumiu o comando do Brasil em maio de 2025, substituindo Dorival Júnior, e tinha como objetivo levar a seleção de volta ao caminho dos títulos no próximo ano.
No início da sua gestão, o treinador já figurava entre os mais bem pagos do mundo, recebendo US$ 11 milhões anuais, equivalente a R$ 56 milhões na cotação atual. Após o Mundial, seu salário se manteve inalterado e, com a renovação do contrato até 2030, ele receberá anualmente 9,5 milhões de euros, aproximadamente R$ 55,8 milhões, consolidando-se como o técnico mais bem pago na história da Copa até o momento.
Logo atrás de Ancelotti está Jurgen Klopp, novo comandante da seleção alemã, que ganhará mais de 7 milhões de euros por ano, o que corresponde a cerca de R$ 41 milhões. Klopp enfrenta o desafio de recolocar a Alemanha entre as melhores do futebol mundial, já que a equipe não avança além das oitavas de final desde 2014, quando conquistou o título.
Zinédine Zidane, por sua vez, também iniciou recentemente sua trajetória como técnico da seleção francesa, com um salário fixo de € 300 mil mensais, totalizando cerca de R$ 1,75 milhão. Em termos anuais, o valor é de aproximadamente R$ 21 milhões, uma quantia consideravelmente inferior à de Ancelotti.
Jorge Jesus, que assume a seleção portuguesa, terá um salário estimado em menos de 4 milhões de euros por ano, equivalente a R$ 23 milhões na atual cotação. Enquanto isso, Lionel Scaloni, técnico da seleção argentina, que foi campeão em 2022 e vice em 2026, ocupa a nona posição no ranking de salários, recebendo cerca de 2,5 milhões de dólares, ou R$ 12,8 milhões.
O campeão da Copa de 2026, Luis de la Fuente, da seleção espanhola, também tem rendimentos bem inferiores a Ancelotti, com um salário de cerca de 2 milhões de euros, aproximadamente R$ 11,7 milhões.




