Katy Perry destacou que não deu autorização nem foi consultada sobre o uso de sua canção pelo governo. Ela enfatizou que não "endossa" a utilização de suas músicas para propósitos militares, afirmando que sua obra foi criada para transmitir uma mensagem de esperança e força interior. A artista comentou que a transformação de sua canção em uma trilha sonora associada à violência e destruição é uma violação total do que a música representa.
"Eu escrevi esta música para ser um hino de esperança, cura e força interior para pessoas que atravessam seus momentos pessoais mais sombrios. Ver uma mensagem de autoestima e elevação sendo transformada em trilha sonora para a destruição e a violência é uma violação completa de tudo o que representa", escreveu a cantora em sua postagem.
Além disso, Katy Perry reafirmou que sua música tem como objetivo "unir as pessoas, não celebrar a guerra". A crítica de Perry se junta a um coro crescente de artistas que se opõem ao uso de suas canções em contextos políticos ou militares. Anteriormente, outras artistas como Sabrina Carpenter e Olivia Rodrigo também se manifestaram contra o governo Trump por razões semelhantes, repudiando o uso de suas músicas em publicações relacionadas à prisão de imigrantes.




