A Prefeitura de Campo Grande tomou a decisão de demitir um Guarda Civil Metropolitano (CGM) que havia sido implicado em um arrastão e no roubo de celulares na Vila Nasser, ocorrido no ano anterior. A demissão foi publicada no Diogrande, o Diário Oficial de Campo Grande, nesta quarta-feira, 22 de julho.
O decreto que oficializa a punição foi assinado pela prefeita Adriane Lopes, do Partido Progressista (PP), e pela secretária de Administração, Andréa Rocha. A justificativa apresentada para a demissão do guarda foi a prática de "incontinência pública e conduta escandalosa".
O GCM havia sido preso durante as investigações do crime, mas posteriormente foi absolvido das acusações em um processo judicial por falta de provas que o ligassem diretamente aos roubos. A sentença judicial indicou que não havia evidências suficientes para considerar os celulares apreendidos como objetos de crime.
Os roubos ocorreram no final da tarde do dia 15 de abril de 2025. Na ocasião, relatos indicavam que o guarda estava na posse de cinco celulares e um simulacro de pistola, que supostamente teriam sido utilizados durante a ação criminosa.
Após um ano de investigações, o GCM foi inocentado, tendo informado que possuía uma motocicleta de cor azul e usava capacete aberto no momento dos roubos. No entanto, testemunhas relataram que o verdadeiro criminoso estava em uma motocicleta vermelha e usava capacete fechado, evidenciando a inconsistência nas acusações contra o guarda civil.




