A Câmara Municipal de Dourados realizou, no dia 22, uma reunião na Associação Comercial e Empresarial de Dourados (ACED) para debater a proposta de implantação de mão única na Rua Amael Pompeu Filho, uma das principais vias do Parque Alvorada. O evento contou com a presença de representantes da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), moradores, comerciantes e lideranças comunitárias, incluindo membros da Escola Municipal Aurora Pedroso e do Conselho Comunitário de Segurança Dourados/Oeste (CONSEG).
Entre os participantes do Poder Legislativo, estiveram presentes a presidente da Câmara Municipal, vereadora Liandra da Saúde (PSDB), juntamente com os vereadores Rogério Yuri (PSDB), Laudir Munaretto (MDB), Alex Cadeirante (PSDB) e Jânio Miguel (PP). A reunião teve como objetivo principal ouvir a comunidade e discutir alternativas que visem melhorar o fluxo de veículos e a segurança viária, ao mesmo tempo em que preservem o acesso a estabelecimentos comerciais, residências e à Escola Municipal Aurora Pedroso.
Durante o encontro, Moacir Roza, presidente da Associação dos Moradores e Comerciantes do Parque Alvorada, apresentou a posição defendida pela comunidade, que é a manutenção da Rua Amael Pompeu Filho em mão dupla, com estacionamento permitido apenas no lado direito da via no sentido centro-bairro. Essa proposta busca equilibrar a organização do trânsito, a segurança dos pedestres e a atividade comercial na área.
Após ouvir as opiniões de moradores, comerciantes e representantes da escola, a diretora-presidente da Agetran, Rosana Fátima Ramos Gonçalves, informou que a proposta seria analisada em uma nova reunião com o prefeito Marçal Filho, agendada para a próxima semana. O intuito é avaliar tecnicamente as sugestões apresentadas pela comunidade antes de se definir a solução para a via.
A presidente da Câmara Municipal, Liandra da Saúde, ressaltou a importância do diálogo entre a população e o Poder Executivo, afirmando que o Legislativo atua como intermediário para que as decisões sejam tomadas de forma participativa. "Nosso compromisso é ouvir a comunidade e buscar soluções em conjunto. Acredito que, por meio do diálogo e do entendimento entre todas as partes, será tomada a decisão que melhor atenda aos moradores, comerciantes, estudantes e a todos que utilizam a Rua Amael Pompeu Filho", destacou.




