A disputa pelo controle das Câmaras de Vereadores no interior do Estado de Mato Grosso do Sul está gerando controvérsias jurídicas, especialmente em Deodápolis. O vereador Gilberto Dias Guimarães moveu um mandado de segurança contra a chapa concorrente, que tem à frente o atual presidente, Carlos de Lima Neto Júnior. Ele alega irregularidades, como a ausência de edital e a inclusão de cargos que não existem na Mesa, além de apontar traição de um colega que aparece em ambas as chapas.
O juiz Vitor Dias Zampieri analisou as alegações de Gilberto e concluiu que a situação se refere a uma "quebra de expectativa política ou descumprimento de compromisso informal". Essa avaliação se deu em virtude do fato de que o autor da ação não havia registrado sua própria chapa antes da migração do colega para o outro grupo. Essa decisão evidencia a complexidade das relações políticas na Câmara, que enfrentam desafios em sua estrutura organizacional.
Enquanto isso, o município de Corumbá optou por uma abordagem mais convencional em relação aos fundos de previdência. A prefeitura anunciou a escolha da BB Previdência, fundo de pensão do Banco do Brasil, para administrar os benefícios previdenciários dos servidores efetivos. A escolha foi formalizada por meio de um aviso assinado pela secretária municipal de Planejamento, Receita e Administração, Camila Campos de Carvalho, após um relatório da comissão responsável pela implantação do Regime de Previdência Complementar.
No setor de gás, a MSGÁS (Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul) adjudicou um contrato de R$ 6,6 milhões à Bureau Veritas do Brasil. A empresa será encarregada de fiscalizar as obras de implantação do sistema de distribuição de gás natural do Projeto Sucuriú. O resultado da licitação eletrônica foi publicado após o término do prazo para apresentação de recursos, e a vencedora deverá acompanhar os serviços conforme estipulado no edital.
Em um movimento administrativo, Marcus Vinicius Saucedo Perez solicitou exoneração do cargo de secretário-executivo de Gestão Política da Capital, vinculado à Secretaria de Estado da Casa Civil. A saída de Perez foi oficializada pela SEGOV (Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica).
Adicionalmente, o 17º Batalhão de Exército da Fronteira firmou uma parceria com o IHP (Instituto Homem Pantaneiro) para intensificar o monitoramento de incêndios na Serra do Amolar, localizada no Pantanal de Corumbá. O acordo, publicado no Diário Oficial da União, terá validade de 1º de junho de 2026 até 1º de junho de 2036, e também abrange a Terra Indígena Guató, situada no noroeste do município.




