A Uber decidiu implementar cortes de aproximadamente 23% em sua equipe nas áreas de recursos humanos, recrutamento e instalações corporativas. Essa reestruturação é uma das primeiras iniciativas após a nomeação de Jill Hazelbaker como presidente, que ocorreu no início de maio.
Um porta-voz da companhia afirmou que essa redução representa menos de 1% do total de 34 mil funcionários da Uber globalmente. Apesar das demissões, os cerca de 10 milhões de motoristas cadastrados na plataforma, que atuam como trabalhadores independentes, não serão impactados pela medida.
A operação da Uber no Brasil ainda não confirmou se os colaboradores no país serão afetados pela nova estratégia de reestruturação. Além disso, a empresa ressaltou que essa decisão não está relacionada ao avanço da inteligência artificial nos processos internos da companhia.
Esse movimento ocorre em um contexto em que empresas de tecnologia estão revisando suas estruturas para se adaptarem a novos desafios e demandas do mercado, refletindo uma tendência de reavaliação de recursos e eficiência operacional. A Uber, como outras grandes corporações, busca otimizar suas operações em um cenário econômico que exige agilidade e adaptação rápida às mudanças no setor.




