No entanto, nas buscas mais recentes realizadas, não foram encontrados registros de qualquer autuação ou crime relacionado a Amanda no sistema de Justiça do Estado ou no MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul). Após sua prisão em Santa Catarina, Amanda revelou que havia fugido do Pará por ter sido vítima de maus-tratos, o que sensibilizou membros de uma igreja local.
Após compartilhar sua história, a mulher foi acolhida por uma família em Joinville, onde viveu como filha por mais de um ano. Para justificar sua aparência que não condizia com a idade que alegava, Amanda afirmava ter autismo e outras condições de saúde, alegando que sua aparência era resultado do uso forçado de hormônios durante a infância.
Investigadores apontam que Amanda mantinha comportamentos típicos de crianças e utilizava objetos infantis para reforçar sua falsa identidade. Sua farsa chegou ao fim quando uma parente da família que a acolhia começou a desconfiar de sua história, pesquisou sobre casos semelhantes e encontrou registros anteriores relacionados à mulher.




