A diretora-presidente destacou que houve intensa pressão para realizar licitações relacionadas aos serviços de plantão médico do Hospital da Vida e da UPA. A licitação de várias especialidades, incluindo atendimento de emergência, foi desencadeada, mas a escolha de uma empresa vencedora com o menor preço resultou em uma campanha difamatória que culminou em ameaças graves.
O delegado Dermeval Inácio da Cruz Neto informou que os crimes estão sendo cometidos por uma ex-funcionária do Hospital da Vida, que se encontra em local incerto, mas continua a proferir ameaças, inclusive pela internet. Ele também mencionou que as intimidações e os crimes contra a honra se intensificaram nas últimas semanas, chegando ao ponto de ameaças de morte, especialmente direcionadas à diretora-presidente da Funsaud, com exigências para que ela deixasse o cargo.
As investigações estão em andamento, com testemunhas e suspeitos já ouvidos. A autora das ameaças foi intimada para um interrogatório, mas não compareceu, pois está em lugar desconhecido até o momento. Em relação à vereadora, as ofensas são de calúnia, com ameaças vagas sobre possíveis consequências se o caso fosse levado à justiça, enquanto as ameaças mais sérias estão focadas na diretora-presidente da Funsaud.




