Os cidadãos americanos que desejam deixar o Irã podem procurar companhias aéreas ou optar por saídas terrestres para países vizinhos, incluindo Armênia, Azerbaijão, Turquia e Turcomenistão. O comunicado ressalta que é importante evitar viajar para o Afeganistão, Iraque e a região de fronteira entre o Paquistão e o Irã, onde os riscos são considerados elevados.
Além disso, o governo Trump alertou que os cidadãos podem enfrentar dificuldades para deixar o país, podendo ser obrigados a pagar taxas para obter sua liberação. O comunicado destaca que aqueles com dupla nacionalidade, americana e iraniana, devem utilizar passaportes iranianos para sair do território.
Os riscos para os cidadãos americanos são acentuados pela possibilidade de interrogatórios e detenções. As forças de segurança e a polícia iranianas podem atuar nas estradas em veículos não identificados, como táxis, aumentando a vulnerabilidade dos americanos no país.
Caso não consigam deixar o Irã, a Casa Branca recomenda que os cidadãos permaneçam em suas residências até novo aviso e evitem ficar próximos a janelas, em razão da segurança pública, devido à possibilidade de suas identidades serem descobertas.
Em um contexto mais amplo, o presidente Donald Trump anunciou na terça-feira a extensão do cessar-fogo com o Irã por tempo indefinido. Em resposta, o regime iraniano declarou que retornará às negociações com os EUA quando houver "condições necessárias e razoáveis", afirmando que está preparado para se defender diante de possíveis novos ataques.




