Na última terça-feira (14), David Barnea, Chefe do Mossad, declarou que a missão de Israel de derrubar o regime iraniano ainda está em andamento e não SE encerrará com o fim dos combates. Durante uma cerimônia em homenagem ao Dia da Lembrança do Holocausto, Barnea destacou que a continuidade da campanha já era uma expectativa do serviço de inteligência externo israelense.
Ele enfatizou que o objetivo de Israel só será alcançado com a queda do regime dos aiatolás, mas não detalhou quais seriam as condições necessárias após a morte do líder supremo Ali Khamenei para que isso acontecesse. Barnea afirmou que "esse regime que busca nossa destruição deve desaparecer da face da Terra".
Israel antecipou o início previsto para a guerra, inicialmente programado para o verão, para 28 de fevereiro. Essa mudança ocorreu quando as autoridades israelenses perceberam a possibilidade de eliminar o líder supremo iraniano em um ataque naquele dia.
Com pouco mais de uma semana de conflitos, veículos de comunicação israelenses relataram que as Forças de Defesa de Israel SE preparavam para um possível cenário de “colapso lento” do regime no Irã. Isso implicava que um cessar-fogo poderia ocorrer antes da queda do regime, mas em um contexto de fragilidade que facilitaria seu desmoronamento após as hostilidades.




