Um ônibus cheio de histórias SE dirigia ao Autódromo, onde o show do Guns N' Roses aconteceria. Entre os fãs, Muriel Soriano, de 42 anos, viajava de São Paulo (SP) para Campo Grande, onde não retornava há um ano, desde a morte de seu pai. A expectativa era alta, já que a volta à cidade não estava em seus planos tão cedo. Para ela, o show representa uma enorme surpresa e uma oportunidade para a cidade.
Desde os 6 anos, Muriel é fã da banda, a qual considera responsável por sua paixão pelo rock. Ao refletir sobre sua experiência, ela mencionou que, ao completar 80 anos, SE lembrará das emoções do show, e não dos gastos. O ingresso para o evento foi um presente de uma amiga, tornando a viagem ainda mais especial, pois ela irá acompanhada de alguém querido.
Muriel SE preparou para o show com uma estratégia cuidadosa, incluindo um café da manhã reforçado e lanchinhos. Com uma garrafinha de 500 ml, ela SE organizou para aproveitar cada momento da apresentação. A expectativa de ver o guitarrista Slash a faz sonhar em ter uma experiência memorável.
A poucos bancos de distância, Zélia Bezerra, de 45 anos, também aguardava ansiosamente. Com uma tatuagem inspirada em November Rain, ela afirmou que a canção é a sua favorita e que teve um significado especial em sua vida. Zélia estava acompanhada de seu filho, Matheus Henrique, de 16 anos, com quem já havia compartilhado momentos em um show anterior em Cuiabá.
A expectativa de Zélia é reviver a mesma energia do show anterior. Embora não tenha chegado cedo o suficiente para conseguir um bom lugar, ela levou lanches na mochila e planejava SE aproximar do palco. A conexão entre gerações e a paixão pela banda uniam todos presentes naquele evento, que prometia ser inesquecível.




